Não declarou, declarou faltando informação, caiu na malha fina ou teve o CPF bloqueado. A gente reconstrói a sua situação — por todos os anos, em todos os tipos de operação — e resolve.
Você operou, ganhou ou perdeu, e nunca levou isso para a declaração — nem os impostos mensais, nem a declaração anual. É o caso mais comum entre quem começou a investir durante a alta da bolsa e não recebeu orientação.
Não existe prazo de validade para regularizar. O que existe é multa que cresce: 0,33% por dia de atraso sobre o imposto devido, limitada a 20%, mais juros. Um ano atrasado é pouco. Cinco anos atrasados viram um problema grande — e a Receita cruza os dados das corretoras todos os anos, então a inconsistência já está visível para ela.
Você entregou a declaração anual, mas as informações de investimento ficaram fora — seja de um ano, seja de alguns meses. A solução é uma declaração retificadora, que substitui a original e corrige o que faltou.
Atenção a um detalhe: uma retificação malfeita cria uma inconsistência nova, e a segunda correção é bem mais difícil de sustentar. Vale fazer certo na primeira vez.
Enquanto a Receita ainda não sinalizou nada, a correção é espontânea: você corrige antes de ser notificado, e o risco de multa de ofício praticamente não existe.
Depois que a Receita notifica, a mesma correção passa a ser lida como regularização de algo já identificado — e aí a conversa é outra. Se você desconfia, olhe agora. Sair na frente sempre custa menos.
Sua declaração foi retida. Se havia restituição, ela não é liberada. Normalmente a Receita intima para prestar esclarecimentos ou apresenta exigências, e o prazo de resposta é curto.
Responder errado agrava. É possível resolver com retificação e comprovação documental — mas a defesa precisa ser tecnicamente bem construída, porque a próxima etapa, se a resposta não convencer, é a cobrança de ofício com multa pesada.
Muita gente não sabe que o CPF pode ficar irregular por causa de declaração. A omissão é uma das causas: deixar de entregar a declaração, ou entregar com informação inconsistente, inscreve o CPF em pendência na Receita.
Com o CPF irregular, você trava em financiamento, empréstimo, abertura de conta, cartão de crédito, emissão de passaporte e alguns concursos públicos. Regularizar o CPF passa por regularizar as declarações. É o mesmo trabalho, com uma urgência a mais.
Se você ficou anos sem declarar ou declarando incompleto, o trabalho é maior — mas resolve tudo de uma vez. Levantamos as notas de corretagem de cada período, apuramos mês a mês, verificamos a compensação de prejuízos entre os anos (o prejuízo acumulado não prescreve e muita gente paga imposto sobre lucro que já estava compensado) e reconstruímos as declarações.
Além de regularizar, isso costuma reduzir o valor devido — porque o histórico completo raramente é tão ruim quanto o medo sugere.
A maior parte das pessoas que nos procura não sabe o tamanho do próprio problema. Passa meses evitando olhar — e o que trava não é a multa, é não saber se tem multa.
Em quase todo caso, o diagnóstico muda a conversa:
Não trabalhamos com um recorte de mercado. Atendemos o que você opera:
Sete etapas, do primeiro contato à base organizada.
E tem o outro lado: quem regulariza normalmente descobre que o valor devido era menor do que o medo indicava. Compensação de prejuízo não aproveitada e isenções não consideradas costumam derrubar boa parte da conta.
Você não vai falar com um robô, nem preencher formulário e esperar. Mais de 18 anos de contabilidade cuidando de cada caso — inclusive os que já foram negados em outro lugar.
Para fazer a apuração, você não precisa dar acesso à sua conta em nenhuma corretora. Você envia as notas de corretagem e nós fazemos o resto.
Dá, a qualquer momento, mesmo depois do prazo. O que muda é o custo: quanto mais anos em aberto, maior a multa por atraso mais juros, sobre o imposto devido. O importante é não deixar acumular.
Você faz uma declaração retificadora. Ela substitui a original e corrige as informações. Se houver imposto devido, sai com multa e juros desde o vencimento original.
Vale, e é o caso mais barato de resolver. Enquanto a Receita não sinaliza, a correção é espontânea e o risco de multa de ofício praticamente não existe.
Sua declaração fica retida e a restituição não é liberada. Em geral a Receita intima ou apresenta exigências, com prazo curto. É possível resolver com retificação e comprovação.
Pode ter. A omissão de declaração é uma das causas de CPF irregular. Com o CPF nessa condição você trava em financiamento, conta bancária, passaporte e concursos. Regularizar o CPF passa por regularizar as declarações.
Dá, e geralmente é o que precisa ser feito. Levantamos as notas de cada ano, apuramos mês a mês, verificamos a compensação de prejuízos entre períodos e reconstruímos tudo.
Não. Você envia as notas de corretagem e nós fazemos a apuração. Não precisa conceder acesso a nenhuma corretora.
Depende de quantos anos estão em aberto, do volume de operações e dos tipos envolvidos. Casos simples ficam na casa das centenas de reais. O valor é apresentado depois de entender a sua situação — sem compromisso.
Você explica o que aconteceu (quais anos, o que operou, se recebeu algum aviso da Receita) e a gente diz o que precisa ser feito e quanto custa. Um contador de verdade, com mais de 18 anos de contabilidade, cuidando do seu caso.
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